quinta-feira, 24 de abril de 2008

Luz divinal de onde furtas a inveja daquelas que não as têm
Te vejo apenas de longe
no teu lento caminhar no mar
como é bom no teu sorriso, e nele tudo irradiar
Paulo Ricardo Leão
Vésperas de carnaval

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sob o efeito de superdosagem de tequilas...
Não se apresse nem tão pouco desespere
Deixe que o acaso permita que eu regresse
O destino tem dessas coisas
Empurram nos jogam nas vidas de outras pessoas
Um simples gesto que pode mudar
As simples palavras que me fazem cantar
Então, meu amor, peço-te que me espere até que eu possa voltar.
Jacqueline Quental/Paulo Ricardo Leão
Dupla stoned and immaculet
Vésperas de Carnaval

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Por trás dessa figura de felicidade inabalável
existe uma mulher que no escuro do quarto
não se prende e põe-se a chorar
somente o travesseiro pode ouvir e consolar...
Jacqueline Quental
03/2005

terça-feira, 15 de abril de 2008

O meu silêncio é a resposta de teus insultos
Faço ouvidos moucos em reverência à tuas palavras
Não,não entendas como capricho de minha parte mas como castigo
Castigo por aquilo que me transformaste
A monstra desalmada
Desatenta a teus anseios
E quanto ao que tens pedido, aquele que havia usurfruido
Esse sim já tinha desaparecido
Jacqueline Quental
04/2008
Mente, coração e corpo pertinente aquele que os renega
Enquanto a ti querido amigo tens se resignado apenas a ouvir aos lamentos
Ao passo que venho me afogando nesse poço de insensibilidade
Ah, meu querido! Quisera eu ser a autora dos teus desejos e sonhos
Ás vezes tentamos fazer o certo sem pretender
Mas ainda não sei como fazer dar certo o teu querer
Jacqueline Quental
04/2007

segunda-feira, 24 de março de 2008

Trecho do livro onze minutos de Paulo Coelho

" Se eu tivesse que contar hoje minha vida para alguém, poderia fazê-lo de tal maneira que iriam me achar uma mulher independente, corajosa e feliz. Nada disso: estou proibida de mencionar a única palavra que é muito mais importante que os onze minutos - amor.
Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida.É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Já me senti ferida quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la. "

sexta-feira, 14 de março de 2008

Aqui estou eu novamente entregue em meus pensamentos
E não sei como ignorá-los
Surpreendentemente não são eles que têm me abatido e sim uma melancolia
Saudade talvez da mulher que existiu em mim
Aquela que tanto me fez sorrir
A louca e confusa caçadora da verdade



Jacqueline Quental
3/2008