terça-feira, 22 de julho de 2008


Até quando permitirá ser chutado,ser degustado pelos vermes que te sugam o que te dá a vida
fecha os olhos para aquilo que fazem questão de te esfregar na cara que pra ele hoje não tem valor
Até quando?
Por que ainda encobir, aquilo te faz ser preso e que nem ao menos sabes se está viva
por que deixar-te pisotear
me fazer ser participante desse escárnio que também me corrói a alma
não posso permitir pois não é somente a ti que te deixas destruir

Jacqueline Quental

19/07/2008


terça-feira, 20 de maio de 2008

E agora você chega pra dizer que se enganou
Sente orgulho em dizer que tentou
Mas encontra-se perdido dando rodeios procurando a saída
Falando mentiras com tom de verdade
Achas que assim conquistou a liberdade?
E agora que não a tens?
No teu peito o vazio, o nada o apagar da vela
Então vai, te levanta e com um gesto bem sutil faz reacender a chama!
Jacqueline Quental
05/2008

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Sim, talvez esse seja mais um lamento de amor
Os momentos de choramingos, ouvir conselhos de amigos
Quem nessa vida nunca passou por isso?
Aquele que não ama zomba, sem se peceber que ele é o zombado e não sabe o que é ter o coração calejado
Reconhecer cada passo dos mistérios conhecidos do coração
Jacqueline Quental
05/2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Luz divinal de onde furtas a inveja daquelas que não as têm
Te vejo apenas de longe
no teu lento caminhar no mar
como é bom no teu sorriso, e nele tudo irradiar
Paulo Ricardo Leão
Vésperas de carnaval

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sob o efeito de superdosagem de tequilas...
Não se apresse nem tão pouco desespere
Deixe que o acaso permita que eu regresse
O destino tem dessas coisas
Empurram nos jogam nas vidas de outras pessoas
Um simples gesto que pode mudar
As simples palavras que me fazem cantar
Então, meu amor, peço-te que me espere até que eu possa voltar.
Jacqueline Quental/Paulo Ricardo Leão
Dupla stoned and immaculet
Vésperas de Carnaval

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Por trás dessa figura de felicidade inabalável
existe uma mulher que no escuro do quarto
não se prende e põe-se a chorar
somente o travesseiro pode ouvir e consolar...
Jacqueline Quental
03/2005

terça-feira, 15 de abril de 2008

O meu silêncio é a resposta de teus insultos
Faço ouvidos moucos em reverência à tuas palavras
Não,não entendas como capricho de minha parte mas como castigo
Castigo por aquilo que me transformaste
A monstra desalmada
Desatenta a teus anseios
E quanto ao que tens pedido, aquele que havia usurfruido
Esse sim já tinha desaparecido
Jacqueline Quental
04/2008