sexta-feira, 21 de novembro de 2008


Acho que acordei fora de meu normal, o que será que vão pensar de mim?

Que louca!Que se dane o que vão pensar...

Mas sei que vão tentar me trancafiar

Espero que só me segurem, sem camisas de forças,elas deixam marcas em meus braços

Vaidade acima de tudo, até mesmo para as loucas como eu

Não preciso de remédio apesar de minha cabeça doer

Sinto como se tivessem vagalumes em minha cabeça, o que me fez de repente pensar estar na via láctea, sem farinha láctea, sem leite

Mas amanhã tudo pode voltar ao normal,como se isso fosse possível!

Então aproveitem hoje o dia!!!

Me chutem,me cuspam me dopem

Hoje não vou reclamar talvez possa até gostar

Vamos aproveitem o seu dia, amanhã pode ser tarde demais...


Jacqueline Quental

21/11/2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Em meu esconderijo quente e úmido você anseia se esconder
Corpos trêmulos e incediado de prazer
Coracão acelerado, frio na espinha
Descobrindo um novo e profundo segredo que jamais imaginou saber
E parece que depois de descobrir não consegue mais seguir
Exalando o odor da pura luxúria
Sim, apenas exalando o odor da pura luxúria
Sem punições, sem restrições
Sem não...
Hoje, agora ou depois
Jacqueline Quental
16/11/2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Não confisque a parte que me cabe

Negas não só a mim o momento de ser feliz

Enquanto tua boca saem palavras de falta de fé, de esperanças

Teu coração sente ainda descompassar quando vêm as lembranças

A parte que levaste de mim e que tenho de ti de nada tem valor sozinha aqui
Jacqueline Quental



segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pra tentar esquecer

Pra tentar me esquecer, você procura por mim em outro alguém
E sei que não é só por uma noite ou por um momento
Sei também que sua boca anseia dizer ainda meu nome
Que agora com seu coração trancado, nem imagina que o meu deixou trincado
E mesmo assim eu sinto saudades
Mas sigo em frente
E ando sempre nessa vontade
Ah, o amor é para bobos...
E pode até ser!
Mas todas as vezes vou me entregar, quem sabe um dia dê sorte
Me entregar sem sentido, sem sentir e sem imaginar bobagens
Tentar me esquecer, pra encontrar por mim em outro alguém
Jacqueline Quental
15/11/2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008


É o fim dos tempos. Porque o meu tempo se inicia com o seu fim
Tempo de guerrear
Tempo das metamorfoses
Tempo de te aniquilar
A existência é algo raro
Cada segundo que passa é o risco que corremos de entrar em extinção
A segurança é realmente o passado
Nos conforta
A insegurança vem da ampulheta
Tempo de se tornar virtual
Tempo da imagem vazia
Tempo de paz, da minha paz, das pestes
Sobreviver a raça humana é uma dádiva. Fazemos isso constantemente
Tempo de silêncio
Silêncio sepulcral
É preciso não proferir banalidades, não contribuir com a grande torpeza deste teu eu se manifestando.
O mundo precisa de cura!
Victor Costa
29/10/208

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O ar parece até estar mais suave
Libertação do ser aqui ou em qualquer lugar
Sonhar com os pés no chão pra sentir segurança
E quando menos se espera some,dissolve-se,desaparece
Sem sequer dar-se a chance de rendição
De que vale ser assim?
Um medíocre sonhador sem a coragem de se entregar aos ares da utopia
E esse não é um dom para todo mundo
Se deixar jogar de um abismo e não se preocupar,pois o verdadeiro sonhador inventará asas pra não se esborrachar.

Jacqueline Quental
23/10/2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Vamos fugir desses paradgmas de que só os homens podem ser cafajestes
Vou declarar então aqui em praça pública
Já tive melhores apresentações de carinho
Não foi o suficiente
Pensei por um momento que nem estavas presente
Por sentir tua presença morna
Como alguém pode se contentar com tão pouco prazer e ainda assim passar por vários momentos juntos
Foi pouco, mas o bastante para perceber a falta de qualidade e sentimento dado naquele instante
Tanta falta de preparação
E ainda sai com um lindo sorisso na cara achando que cumpriu com seu papel de macho ou o dono do pedaço
Mas repito caro amigo, não foi o suficiente
Jacqueline Quental