quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Prisioneiro da própria mente - Jacqueline Quental

Prisioneiro da própria mente
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Meus sonhos são estranhos
E neles vejo que em tua voz suave e doce pedes que te cuides
Teu medo de nada ajuda
Desta vez já havia se livrado dos fantasmas e dos tormentos das tuas ilusões
Entrou em fase de reavaliação, de amadurecimento, de livramento de algemas que nunca chegaram a existir
A ti criaste a própria clausura onde as chaves da fechadura tinham sido perdidas ou jogadas no mais profundo mar
Como pôde ser prisioneiro de tua própria mente do teu próprio “Eu”?
Por quanto tempo te permitirás sofrer?
Deixar de viver o que de tão bom a vida tem a oferecer...
Jacqueline Quental
02/2008

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